4º Hábito – O namoro geralmente isola o casal de outros relacionamentos vitais

Boa Tarde meus irmãos!

Hoje tá um dia lindo de chuva aqui em Fortaleza galeraao menos enquanto estou protegido dela e não preciso enfrentar por enquanto trânsito algum em meio a uma greve de ônibusHuahuahuahua!

Esse clima é bom demais para estar deitado em uma rede ou cama cheia de lençois e assistir alguns desenhos cheios de cultura e ensinamentos como Laboratório de Dexter, Bob Esponja, Chaves, Padrinhos Mágicos, Phineas e Pherb entre outros muito bons – Huahuahuahuahuahua. Mas como precisamos trabalhar… Estou por aqui e usufruo do meu tempo livre para compartilhar com vocês os posts de hoje.

Quero pedir desculpas meus amigos pela demora das publicações no blog, mas não poderia deixar de compartilhar o que tenho pra hoje. Confesso a vocês que esse é um dos hábitos, descritos por Joshua, que fala diretamente comigo e acredito que com boa parte da nação.

Fiquem hoje com a estória do casal Garry e Jenny.

Aproveitem cada instante da leitura!

Enquanto Garry e Jenny estavam namorando, eles não precisavam de mais ninguém. Como era para ficar com a Jenny, Garry não teve problemas em deixar de freqüentar o Estudo Bíblico de quarta à noite com a turma. Jenny nem pensou duas vezes sobre o fato de que mal falava com a irmã mais nova ou com a mãe agora que estava namorando o Garry. Também não se deu conta de que ao falar com eles sempre começava as suas frase com “Garry fez isso…” e “Garry disse isso e aquilo…” Sem querer, ambos tinham, egoisticamente e de forma tola, se privado de outros relacionamentos.

Pela própria definição, o namoro é basicamente duas pessoas com o foco uma na outra. Infelizmente, na maioria dos casos o resto do mundo vira um pano de fundo esmaecido. Se você já fez o papel de “vela” ao sair com um casal de amigos que estão namorando, você sabe como isso é verdade.
De todos os problemas referentes ao namoro, este é provavelmente o mais fácil de se resolver. Ainda assim os cristãos precisam levá-lo a sério.

Por que?

Primeiro, porque quando permitimos que um relacionamento exclua os outros, estamos perdendo a perspectiva. Em PROVÉRBIOS 15:22 lemos:

Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros, há bom êxito.

 

Se tomamos as decisões da nossa vida baseados unicamente na influência de um relacionamento, provavelmente estaremos fazendo julgamentos limitados.
É claro que cometemos este mesmo erro em muitos outros relacionamentos não-românticos. Mas nos deparamos com este problema mais frequentemente no namoro, pois envolve nosso coração e emoções. E como o namoro focaliza os planos do casal, assuntos fundamentais relacionados ao casamento, família e fé estão arriscados.

E se duas pessoas não tiverem definido o seu nível de compromisso, eles estão definitivamente em risco. Você se coloca em uma posição precária ao se isolar das pessoas que o amam e o apóiam pois você mergulha de corpo e alma em um relacionamento romântico não fundamentado no compromisso. No livro Passion and Puríty (Paixão e Pureza), Elisabeth Elliot declara:

A não ser que um homem esteja preparado para pedir a uma mulher que seja a sua esposa, que direito tem de requisitar a sua atenção exclusiva? A não ser que tenha sido pedida em casamento, por que uma mulher sensível prometeria a qualquer homem a sua atenção exclusiva?

Quantas pessoas terminam seus namoros e encontram quebrados os seus laços de amizade com os outros.
Quando Garry e Jenny decidiram, em comum acordo, pararem de namorar, ficaram surpresos ao encontrarem os seus relacionamentos de amizade totalmente abandonados. Não que os seus amigos não gostassem dos dois; é que eles praticamente não os conheciam mais. Nenhum dos dois haviam investido tempo ou esforço na manutenção destas amizades enquanto estavam concentrados no seu namoro.

Talvez você tenha feito algo semelhante. Ou talvez conhece a dor e frustração de ser deixado de lado por causa de um namorado ou namorada. A atenção exclusiva normalmente esperada em um namoro tem a tendência de roubar dos dois a paixão pelo serviço na igreja e de isolá-los dos amigos que mais os amam, dos familiares que mais os conhecem, e, o mais triste, até de Deus, cuja vontade é, de longe, mais importante que qualquer interesse romântico.

Série: Os Sete Hábitos De Um Namoro Altamente Defeituoso

Texto extraído do livro: EU DISSE ADEUS AO NAMORO – JOSHUA HARRIS

Meus irmãos, desejo que venhamos a aprender com estes ensinamentos trazidos por Joshua Harris – Não tenho dúvidas que nosso Deus o guiou!

Que Ele cresça em nós e em cada atitude.
Graça e Paz e até breve!

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Frase do dia

A Fé não é garantia de prosperidade, mas de estar satisfeito em Deus e viver feliz na abundância ou na necessidade. John Piper