6º Hábito – O namoro pode causar desgosto com o dom de permanecer solteiro dado por Deus

Bom Fim de Tarde Galera!

Nesta segunda-feira, trago a vocês mais um hábito de um namoro altamente defeituoso compartilhado por Joshua Harris. Considero este como um dos mais importantes e espero que traga algo edificante a vocês assim como trouxe a mim.

Deixo vocês com a leitura do hábito de número 5: O namoro pode causar desgosto com o dom de permanecer solteiro dado por Deus.

No aniversário de três anos do meu irmão, ele ganhou uma linda bicicleta azul. A miniatura de bicicleta era novíssima, completa com rodinhas auxiliares, equipamentos de proteção e adesivos. Pensei que ele não poderia desejar uma bicicleta melhor, e mal podia esperar para ver a sua reação.

Mas para o meu desgosto, meu irmão não parecia impressionado com o presente. Quando meu pai tirou a bicicleta da caixa de papelão, meu irmão a observou por um momento, sorriu, e então começou a brincar com a caixa. Demorou alguns dias para que eu e a minha família o convencesse de que a bicicleta era o presente de verdade.

Não consigo evitar de achar que Deus vê a nossa paixão por relacionamentos de curta duração da mesma forma que eu enxergava o amor do meu irmão por uma caixa que não valia nada. Uma sucessão de namoros sem compromisso não é o presente! Deus nos dá o “estar solteiro” – uma época de nossa vida incomparável em termos de oportunidades infinitas de crescimento, aprendizado e serviço – e nós vemos isso como uma chance de nos atolarmos ao tentar achar e manter um namorado ou namorada. Mas nós não encontramos a verdadeira beleza de estar solteiro na busca de romance com a maior variedade de pessoas que quisermos. Nós encontramos a verdadeira beleza em usar a nossa liberdade para servir a Deus com total entrega.

O namoro causa insatisfação pois encoraja o uso indevido desta liberdade. Deus colocou um desejo pelo casamento na maioria dos homens e mulheres. Apesar de não estarmos pecando quando ansiamos pelo casamento, podemos ser culpados de mau uso do privilégio de sermos solteiros. É quando permitimos que um desejo por algo que Deus obviamente ainda não nos deu, roube a nossa habilidade de aproveitar e apreciar o que ele já nos deu.

O namoro contribui ao reforçar esta insatisfação pois dá a duas pessoas solteiras a intimidade suficiente para fazê-los desejarem mais. Ao invés de aproveitarem as qualidades únicas de estar solteiro, o namoro faz com que as pessoas concentrem naquilo que ainda não possuem.

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5º Hábito – O namoro, em muitos casos, tira a atenção dos jovens adultos de sua principal responsabilidade, que é de preparar-se para o futuro

Nós não podemos viver no futuro, mas negligenciar nossas obrigações atuais nos desqualificará para as responsabilidades de amanhã. Estar distraído por causa do amor não é tão mal assim – a não ser que Deus deseja que você faça algo diferente.

Uma das tendências mais tristes do namoro é desviar os jovens adultos do desenvolvimento dos seus talentos e habilidades dadas por Deus. Ao invés de equiparem-se com o caráter, formação acadêmica e experiência necessária para obter o sucesso na vida, muitos permitem serem consumidos pelas necessidades atuais que o namoro enfatiza.

Christopher e Stephanie começaram a namorar quando ambos tinham quinze anos de idade. De um modo geral, eles tinham o namoro modelo. Eles nunca se envolveram fisicamente e quando terminaram o namoro após dois
anos, o fizeram de forma amistosa.

Então que mal houve?

Bem, nenhum no sentido de que não criaram problemas. Mas podemos começar a enxergar alguns problemas quando pensamos no que Christopher e Stephanie poderiam ter feito ao invés de namorarem. Manter um relacionamento requer muito tempo e energia. Christopher e Stephanie gastaram incontáveis horas conversando, escrevendo, pensando e muitas vezes se preocupando com o seu relacionamento. A energia que empregaram os privou de outras ocupações. Para Christopher, o relacionamento sugou o seu entusiasmo pelo seu hobby de programação em computadores e pelo seu envolvimento no grupo de louvor da igreja. Apesar da Stephanie não culpar o Christopher, ela rejeitou diversas oportunidades de viagens missionárias de curto prazo pois não queria ficar longe dele.

O relacionamento deles consumiu um tempo que ambos poderiam ter gasto desenvolvendo habilidades e explorando novas oportunidades.

Namorar pode lhe dar a oportunidade de colocar em prática ser um bom namorado ou uma boa namorada, mas será que são habilidades que valem a pena? Mesmo que você esteja saindo com a pessoa com quem irá se casar, a preocupação em ser a namorada ou namorado perfeito, podem, na verdade impedi-lo de ser o futuro marido ou esposa que esta pessoa irá precisar um dia.

4º Hábito – O namoro geralmente isola o casal de outros relacionamentos vitais

Boa Tarde meus irmãos!

Hoje tá um dia lindo de chuva aqui em Fortaleza galeraao menos enquanto estou protegido dela e não preciso enfrentar por enquanto trânsito algum em meio a uma greve de ônibusHuahuahuahua!

Esse clima é bom demais para estar deitado em uma rede ou cama cheia de lençois e assistir alguns desenhos cheios de cultura e ensinamentos como Laboratório de Dexter, Bob Esponja, Chaves, Padrinhos Mágicos, Phineas e Pherb entre outros muito bons – Huahuahuahuahuahua. Mas como precisamos trabalhar… Estou por aqui e usufruo do meu tempo livre para compartilhar com vocês os posts de hoje.

Quero pedir desculpas meus amigos pela demora das publicações no blog, mas não poderia deixar de compartilhar o que tenho pra hoje. Confesso a vocês que esse é um dos hábitos, descritos por Joshua, que fala diretamente comigo e acredito que com boa parte da nação.

Fiquem hoje com a estória do casal Garry e Jenny.

Aproveitem cada instante da leitura!

Enquanto Garry e Jenny estavam namorando, eles não precisavam de mais ninguém. Como era para ficar com a Jenny, Garry não teve problemas em deixar de freqüentar o Estudo Bíblico de quarta à noite com a turma. Jenny nem pensou duas vezes sobre o fato de que mal falava com a irmã mais nova ou com a mãe agora que estava namorando o Garry. Também não se deu conta de que ao falar com eles sempre começava as suas frase com “Garry fez isso…” e “Garry disse isso e aquilo…” Sem querer, ambos tinham, egoisticamente e de forma tola, se privado de outros relacionamentos.

Pela própria definição, o namoro é basicamente duas pessoas com o foco uma na outra. Infelizmente, na maioria dos casos o resto do mundo vira um pano de fundo esmaecido. Se você já fez o papel de “vela” ao sair com um casal de amigos que estão namorando, você sabe como isso é verdade.
De todos os problemas referentes ao namoro, este é provavelmente o mais fácil de se resolver. Ainda assim os cristãos precisam levá-lo a sério.

Por que?

Primeiro, porque quando permitimos que um relacionamento exclua os outros, estamos perdendo a perspectiva. Em PROVÉRBIOS 15:22 lemos:

Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros, há bom êxito.

 

Se tomamos as decisões da nossa vida baseados unicamente na influência de um relacionamento, provavelmente estaremos fazendo julgamentos limitados.
É claro que cometemos este mesmo erro em muitos outros relacionamentos não-românticos. Mas nos deparamos com este problema mais frequentemente no namoro, pois envolve nosso coração e emoções. E como o namoro focaliza os planos do casal, assuntos fundamentais relacionados ao casamento, família e fé estão arriscados.

E se duas pessoas não tiverem definido o seu nível de compromisso, eles estão definitivamente em risco. Você se coloca em uma posição precária ao se isolar das pessoas que o amam e o apóiam pois você mergulha de corpo e alma em um relacionamento romântico não fundamentado no compromisso. No livro Passion and Puríty (Paixão e Pureza), Elisabeth Elliot declara:

A não ser que um homem esteja preparado para pedir a uma mulher que seja a sua esposa, que direito tem de requisitar a sua atenção exclusiva? A não ser que tenha sido pedida em casamento, por que uma mulher sensível prometeria a qualquer homem a sua atenção exclusiva?

Quantas pessoas terminam seus namoros e encontram quebrados os seus laços de amizade com os outros.
Quando Garry e Jenny decidiram, em comum acordo, pararem de namorar, ficaram surpresos ao encontrarem os seus relacionamentos de amizade totalmente abandonados. Não que os seus amigos não gostassem dos dois; é que eles praticamente não os conheciam mais. Nenhum dos dois haviam investido tempo ou esforço na manutenção destas amizades enquanto estavam concentrados no seu namoro.

Talvez você tenha feito algo semelhante. Ou talvez conhece a dor e frustração de ser deixado de lado por causa de um namorado ou namorada. A atenção exclusiva normalmente esperada em um namoro tem a tendência de roubar dos dois a paixão pelo serviço na igreja e de isolá-los dos amigos que mais os amam, dos familiares que mais os conhecem, e, o mais triste, até de Deus, cuja vontade é, de longe, mais importante que qualquer interesse romântico.

Série: Os Sete Hábitos De Um Namoro Altamente Defeituoso

Texto extraído do livro: EU DISSE ADEUS AO NAMORO – JOSHUA HARRIS

Meus irmãos, desejo que venhamos a aprender com estes ensinamentos trazidos por Joshua Harris – Não tenho dúvidas que nosso Deus o guiou!

Que Ele cresça em nós e em cada atitude.
Graça e Paz e até breve!

3º Hábito – O namoro geralmente confunde relacionamento físico com amor

Boa Tarde meus irmãos!

Antes da postagem de hoje quero compartilhar um momento em minha vida.

Tive ontem um dia muito produtivo, divertido, comemorativo… muito bom mesmo! Porém precisei enfrentar algumas tribulações ao fim do dia. Pude perceber ao fim do dia, o quanto preciso coordenar melhor minha ira diante de algumas situações.

Fiquei um tanto desnorteado ontem, confesso, e agora posso entender que a ira nem sempre é pecado. A ira de Deus, mesmo sua ira furiosa, foi citada algumas vezes no Velho Testamento.

Jesus também se irou:

Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração… MARCOS 3:5a

Ser como Jesus significa desenvolver o tipo certo de ira antes que tentar eliminar a ira.

A expressão da minha ira precisava ser justa! Percebi que este é um momento fácil de errar. A emoção da ira confunde facilmente o julgamento das coisas: ignora facilmente a verdade, passa facilmente sobre os limites do certo. E entendo que Deus não deseja isso de mim.

Não podemos vacilar nestas situações meus amigos. Precisamos compreender que algumas pessoas não conhecem ainda a luz de Deus que está em nossas vidas e é nessas horas que mais precisamos ser luz. Não podemos… vejam bem: NÃO PODEMOS MESMO PERDER OPORTUNIDADES. Confesso que me entristeci ontem ao enxergar minha limitação diante da raiva gerada em meu coração, coisa que eu mesmo fiz questão de alimentar por falta de sabedoria. Fui muito egoísta! Queria mostrar que eu estava absolutamente certo e não ajudar a enxergar o melhor a ser feito, o melhor para o meu próximo. Podia até estar correto meus irmãos, mas eu precisava agir de outro modo diante de uma discussão. Não podemos ser orientados pela vontade da carne, precisamos andar no espírito, pedindo sabedoria a Deus nessas dificuldades. Literalmente agir no espírito oposto!

A raiz da ira precisa ser justa

“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo” EFÉSIOS 4:26

A duração da ira pode ser justa. “Não deixeis o sol se pôr sobre vossa ira.” Breve é a única duração do tempo para a ira, até mesmo a ira justa. Permanecer por muito tempo com a ira mostrará o ácido corroendo a vasilha que o contém.

Precisamos aprender com Deus, pois Ele nos mostra que “… não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na sua benignidade.” MIQUEIAS 7:18b

Deixe-a passar!

Por fim meus irmãos, que meu erro possa trazer algo edificante a vida de vocês e caso se vejam em algum laço do inimigo, lembrem-se dessa postagem e fujam! Por mais difícil que pareça ser, oremos a Deus pra que Ele nos dê sabedoria e discernimento nesses momentos.

Agora, depois de muuuito papo… Agradeço por me “escutarem”!

Deixo vocês com a postagem de hoje, onde Joshua Harris nos traz a estória de: Dave e Heidi

Dave e Heidi não tinham planejado se envolverem fisicamente na primeira vez que saíram juntos. De verdade. Dave não fica “só pensando nisso” e a Heidi não é “aquele tipo de garota”. Aconteceu. Eles foram a um show juntos e depois assistiram a um filme na casa da Heidi. Durante o filme, Heidi fez uma gozação a respeito da tentativa dele de dançar durante o show. Ele começou a fazer cócegas nela. A luta de brincadeirinha de repente parou quando eles se viram encarando um ao outro nos olhos, com Dave inclinado sobre ela no chão da sala de estar. Eles se beijaram. Parecia algo de cinema, Parecia tão correto!

Pode ter parecido certo, mas a introdução precoce de uma afeição física no relacionamento acrescentou confusão. Dave e Heidi não se conheciam de verdade, mas de repente se sentiam próximos. À medida que o relacionamento progredia, eles achavam difícil manter a objetividade. Quando tentavam avaliar as qualidades do relacionamento, eles imediatamente visualizavam a intimidade e a paixão do seu relacionamento físico.

É tão óbvio que nós nos amamos. – Pensou Heidi.

Mas será que era verdade? Só porque lábios se encontraram não quer dizer que corações se uniram. E só porque dois corpos são atraídos um ao outro não quer dizer que as duas pessoas foram feitas uma para a outra. O relacionamento físico não é igual a amor.

Quando consideramos que a nossa cultura como um todo entende as palavras “amor” e “sexo” como sinônimas, não deveríamos ficar surpresos que muitos relacionamentos confundem atração física e intimidade sexual com verdadeiro amor. Lamentavelmente, muitos namoros cristãos refletem esta falsa noção.

Quando examinamos o progresso da maioria dos relacionamentos, nós podemos ver claramente como o namoro promove esta substituição. Primeiro, como já ressaltamos antes, o namoro nem sempre leva a compromissos duradouros por toda a vida. Por esta razão, muitos namoros começam com a atração física; a atitude que está por trás disso é que os valores mais importantes vem da aparência física e da maneira como o parceiro se comporta. Mesmo antes que um seja dado, o aspecto físico e sensual do relacionamento assumiu a prioridade.
Em seguida, o relacionamento normalmente caminha a passos largos na direção da intimidade. Pelo fato do namoro não requerer compromisso, as duas pessoas envolvidas permitem que as necessidades e paixões do momento ocupem o centro de palco. O casal não olha um para o outro como possíveis parceiros para toda a vida e nem avaliam as responsabilidades do casamento. Ao invés disso, eles concentram nas exigências do momento. E com esta disposição mental, o relacionamento físico do casal pode facilmente se tornar o foco.

E se um rapaz e uma garota pulam o estágio da amizade no relacionamento, a lascívia frequentemente se torna o interesse comum que atrai o casal. Como resultado, eles avaliam a seriedade do seu relacionamento pelo nível de envolvimento físico. Duas pessoas que namoram querem sentir que são especiais uma para a outra e elas podem expressar isso concretamente através da intimidade física. Elas começam a distinguir o seu “relacionamento especial” ao se darem as mãos, beijarem-se e o restante que se segue. Por esta razão, a maioria das pessoas acredita que sair com alguém implica em envolvimento físico.

Concentrar no físico é claramente pecaminoso. Deus exige pureza sexual. E Ele faz isso para o nosso próprio bem. Envolvimento físico pode distorcer a perspectiva de cada um dos namorados e levá-los a decisões erradas. Deus também sabe que levaremos as memórias de nosso envolvimento físico do passado para o casamento. Ele não quer que vivamos com culpa nem remorso.

O envolvimento físico pode fazer com que duas pessoas se sintam próximas. Mas se muitas pessoas que estão namorando examinassem o foco do seu relacionamento, eles provavelmente descobririam que a lascívia é o que têm em comum.

Série: Os Sete Hábitos De Um Namoro Altamente Defeituoso

Texto extraído do livro: EU DISSE ADEUS AO NAMORO – JOSHUA HARRIS

 Tenham um dia lindo meus irmãos! Aproveitem a pausa e expressem suas opiniões comentando a respeito.

Muitas Bençãos, Graça e Paz!